{"id":77655,"date":"2025-08-28T04:27:49","date_gmt":"2025-08-28T07:27:49","guid":{"rendered":"https:\/\/appservicos.com\/noticias\/israel-matou-mais-jornalistas-que-qualquer-guerra-da-historia-mundial\/"},"modified":"2025-08-28T04:27:49","modified_gmt":"2025-08-28T07:27:49","slug":"israel-matou-mais-jornalistas-que-qualquer-guerra-da-historia-mundial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/appservicos.com\/noticias\/israel-matou-mais-jornalistas-que-qualquer-guerra-da-historia-mundial\/","title":{"rendered":"Israel matou mais jornalistas que qualquer guerra da hist\u00f3ria mundial"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>A For\u00e7a de Defesa de Israel (FDI) assassinou, em menos de dois anos, mais jornalistas e profissionais de m\u00eddia do que qualquer guerra da hist\u00f3ria mundial. O Sindicato de Jornalistas Palestinos estima que 246 profissionais foram assassinados desde o dia 7 de outubro de 2023.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1655990&#038;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1655990&#038;o=node\"><\/p>\n<p><strong>Esse n\u00famero representa mais mortes que a soma de outros sete\u00a0importantes conflitos: as 1\u00aa\u00a0e 2\u00aa guerras mundiais, a Guerra Civil Americana, a da S\u00edria, do Vietn\u00e3 (incluindo os conflitos no Camboja e no Laos), al\u00e9m das guerras na Iugosl\u00e1via e na Ucr\u00e2nia.<\/strong><\/p>\n<p>Os dados dos jornalistas mortos nos demais conflitos s\u00e3o do Memorial Freedom Forum que re\u00fane os nomes dos profissionais assassinados em conflitos armados ao longo da hist\u00f3ria, com exce\u00e7\u00e3o do conflito da Ucr\u00e2nia, que foi calculado pelo Comit\u00ea de Prote\u00e7\u00e3o dos Jornalistas (CPJ).\u00a0\u00a0<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/yoFkuPGFkdGifJYd-otGD-cYfxU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/08\/27\/jornalistas-mortos_1.png?itok=BBJDBYIP\" alt=\"Arte Jornalistas mortos em guerras\" title=\"Arte EBC\" data-old-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/yoFkuPGFkdGifJYd-otGD-cYfxU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/08\/27\/jornalistas-mortos_1.png?itok=BBJDBYIP\"><\/p>\n<\/div>\n<p><h6><strong>Imagem:\u00a0Arte EBC<\/strong><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<p>Uma pesquisa da Universidade de Brown, nos Estados Unidos (EUA), concluiu que a guerra em Gaza \u201c\u00e9, simplesmente, o pior conflito de todos os tempos para rep\u00f3rteres\u201d.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Para entidades de classe que representam os jornalistas ao redor do mundo, Israel promove ataques deliberados para impedir a cobertura da guerra na Faixa de Gaza, o que o governo de Benajmin Netanyahu nega.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cIsrael est\u00e1 se engajando no esfor\u00e7o mais mortal e deliberado para matar e silenciar jornalistas, j\u00e1 documentado pelo CPJ. Jornalistas palestinos est\u00e3o sendo amea\u00e7ados, diretamente alvejados e assassinados pelas for\u00e7as israelenses, al\u00e9m de serem arbitrariamente detidos e torturados em retalia\u00e7\u00e3o ao seu trabalho\u201d, diz o CPJ.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Israel ainda pro\u00edbe a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza sem escolta e controle dos militares do pa\u00eds, o que dificulta ainda mais o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, pela popula\u00e7\u00e3o global, sobre o que acontece no territ\u00f3rio palestino ocupado.<\/p>\n<p>>> Siga o canal da <strong>Ag\u00eancia Brasil <\/strong>no WhatsApp<\/p>\n<h2>Imprensa palestina<\/h2>\n<p>Apenas no segundo m\u00eas da guerra, ainda em 2023, 37 jornalistas foram assassinados na Faixa de Gaza. &#8220;O Ex\u00e9rcito israelense matou mais jornalistas em dez\u00a0semanas do que qualquer outro Ex\u00e9rcito em um \u00fanico ano&#8221;, disse Sherif Mansour, coordenador do CPJ.<\/p>\n<p><strong>O Sindicato dos Jornalistas Palestinos informou ainda que 520 jornalistas foram feridos por balas ou m\u00edsseis israelenses e 800 familiares de profissionais de m\u00eddia foram mortos<\/strong>. Outros 206 jornalistas palestinos foram presos por Israel desde outubro de 2023, sendo que 55 continuam nas pris\u00f5es &#8211; 23 em pris\u00e3o administrativa, modalidade de deten\u00e7\u00e3o que pode ser realizada sem acusa\u00e7\u00e3o formal.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cAtaques a\u00e9reos e ataques com tanques destru\u00edram 115 ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o na Faixa de Gaza, abrangendo todos os tipos de ve\u00edculos. Na Cisjord\u00e2nia e em Jerusal\u00e9m, fecharam cinco ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o e destru\u00edram ou fecharam 12 gr\u00e1ficas\u201d, acrescentou o sindicato local de jornalistas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Israel nega que ataque deliberadamente civis no conflito, o que inclui os jornalistas, al\u00e9m de justificar alguns assassinatos ao vincular os jornalistas com a organiza\u00e7\u00e3o Hamas, acusa\u00e7\u00f5es questionadas por entidades profissionais e de direitos humanos.<\/p>\n<p>Em entrevista exclusiva \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasi<\/strong>l em fevereiro de 2024, o ent\u00e3o chefe local da Al Jazerra em Gaza, Wael Al-Dahdouh, que perdeu a esposa, tr\u00eas filhos e um neto em bombardeios israelenses, descreveu o trabalho jornal\u00edstico na regi\u00e3o como o mais mortal para a profiss\u00e3o de que se tem registro na hist\u00f3ria humana.\u00a0<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/ikJvWyp522lXoYYZQFVeP2CTMGU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/08\/27\/2025-08-27t102743z_1731452380_rc2kfga57jyi_rtrmadp_3_israel-palestinians-lebanon-protest.jpg?itok=vv8mhYqO\" alt=\"A demonstrator holds a poster featuring Reuters journalist Hussam al-Masri, Mohammed Salama, who worked for Qatar-based broadcaster Al Jazeera, Moaz Abu Taha, a freelance journalist who worked with several news organizations and occasionally contributed to Reuters, Mariam Abu Dagga, who freelanced for the Associated Press and other outlets, and Ahmed Abu Aziz, who were all killed in Israeli strikes on Nasser hospital in the southern Gaza Strip, during a protest in solidarity with journalists in Gaza, in Sidon, Lebanon, August 27, 2025. REUTERS\/Aziz Taher\" title=\"Reuters\/Aziz Taher\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o\" data-old-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/ikJvWyp522lXoYYZQFVeP2CTMGU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/08\/27\/2025-08-27t102743z_1731452380_rc2kfga57jyi_rtrmadp_3_israel-palestinians-lebanon-protest.jpg?itok=vv8mhYqO\"><\/p>\n<\/div>\n<p><h6>O Sindicato de Jornalistas Palestinos estima que 246 jornalistas\u00a0foram assassinados desde o dia 7 de outubro de 2023.\u00a0<strong>Foto:<\/strong> <strong>Reuters\/Aziz Taher\/Proibida reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<h2>Ataque ao Hospital Nasser<\/h2>\n<p><strong>Em epis\u00f3dio recorrente da guerra em Gaza, o v\u00eddeo do segundo bombardeio, no mesmo dia, ao Hospital Nasser chocou o mundo na \u00faltima segunda-feira (25). Dessa vez, Israel bombardeou o hospital na cidade de Khan Yunes enquanto jornalistas registravam o resultado de um ataque\u00a0feito\u00a0minutos antes.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O ataque matou tamb\u00e9m a equipe de socorristas, chegando a 20 pessoas mortas, incluindo cinco jornalistas, sendo eles: um contratado da Reuters, Hussam Al-Masri; o operador de c\u00e2mera da Al Jazeera, Mohammed Salama; a fotojornalista freelancer do Independent Arabia e da Associated Press, Mariam Abu Dagga; e os jornalistas freelancers Ahmed Abu Aziz e Moaz Abu Taha, segundo informou a CPJ.<\/p>\n<p>Em nota, a FDI destacou que n\u00e3o alveja civis intencionalmente. O porta-voz do Ex\u00e9rcito acusou o Hamas de usar o Hospital Nasser para suas opera\u00e7\u00f5es, o que \u00e9 negado pela organiza\u00e7\u00e3o palestina, e disse que uma investiga\u00e7\u00e3o foi aberta para apurar o ocorrido.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO Chefe do Estado-Maior Geral instruiu que um inqu\u00e9rito seja conduzido imediatamente \u2014 para entender as circunst\u00e2ncias do que aconteceu e como ocorreu. Reportar de uma zona de guerra ativa traz imenso risco. Como sempre, apresentaremos nossas descobertas com a maior transpar\u00eancia poss\u00edvel\u201d, disse o porta-voz da FDI Effie Defrin.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o Monitor Euro-Mediterr\u00e2neo de Direitos Humanos, com sede em Genebra, na Su\u00ed\u00e7a, sugere que os ataques de \u201ctiro duplo\u201d, como esse ao hospital de Khan Yunes, \u00e9 praticado para atingir param\u00e9dicos, defesa civil e jornalistas.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEssa pr\u00e1tica transforma locais de resgate e a cobertura da m\u00eddia em armadilhas mortais, refletindo claramente a inten\u00e7\u00e3o premeditada de paralisar os esfor\u00e7os de socorro, silenciar testemunhas, destruir provas e privar civis de prote\u00e7\u00e3o\u201d, destacou a organiza\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Anas al-Sharif<\/h2>\n<p><strong>Em outros casos, Israel acusa jornalistas de trabalharem para o Hamas, justificando os assassinatos de profissionais ligados a grandes ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. Em outubro de 2024, seis profissionais da rede Al Jazeera, do Catar, foram acusados de serem do Hamas e da Jihad Isl\u00e2mica.<\/strong><\/p>\n<p>No dia 10 de agosto, o correspondente dessa TV \u00e1rabe Anas al-Sharif foi assassinado em uma tenda com outros colegas em frente ao Hospital al-Shifa, na Cidade de Gaza.<\/p>\n<p>Em mensagem escrita em abril para quando fosse morto, al-Sharif disse que \u201cviveu a dor em os seus detalhes\u201d.\u00a0<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cApesar disso, nunca hesitei em transmitir a verdade como ela \u00e9, sem distor\u00e7\u00e3o ou deturpa\u00e7\u00e3o, esperando que Deus testemunhasse aqueles que permaneceram em sil\u00eancio, aqueles que aceitaram nossa matan\u00e7a e aqueles que sufocaram nossas pr\u00f3prias respira\u00e7\u00f5es\u201d, disse ele na mensagem divulgada ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Em comunicado, o Ex\u00e9rcito israelense disse que o profissional \u201cera chefe de uma c\u00e9lula terrorista na organiza\u00e7\u00e3o Hamas e respons\u00e1vel por lan\u00e7ar ataques com foguetes\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>A Al Jazeera repudiou a acusa\u00e7\u00e3o e destacou que Israel tenta impedir a divulga\u00e7\u00e3o dos acontecimentos do conflito. \u201cAnas e seus colegas estavam entre as \u00faltimas vozes remanescentes de Gaza, oferecendo ao mundo cobertura\u00a0<em>in loco<\/em>\u00a0e sem filtros das realidades devastadoras sofridas por seu povo\u201d, disse a emissora em comunicado institucional.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o Monitor Euro-Mediterr\u00e2neo de Direitos Humanos questionou a justificativa de que o profissional integrava o Hamas, uma vez que todos conheciam seu trabalho na imprensa.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cAtacar jornalistas nessas circunst\u00e2ncias, com pleno conhecimento de seu papel e identifica\u00e7\u00e3o clara, reflete um esfor\u00e7o sistem\u00e1tico para remover todos os meios de expor crimes, abrindo caminho para massacres mais amplos, isolados do escrut\u00ednio global\u201d, disse a organiza\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Fome<\/h2>\n<p><strong>Outro desafio vivido pelos jornalistas que tentam cobrir a guerra em Gaza \u00e9 a dificuldade para acessar alimentos, devido ao bloqueio israelense do territ\u00f3rio e a distribui\u00e7\u00e3o de comida limitada por organiza\u00e7\u00f5es controladas pelos Estados Unidos e por Israel.<\/strong><\/p>\n<p>Em julho deste ano, algumas das maiores ag\u00eancias de not\u00edcias do mundo, como a France-Presse (AFP), a Associated Press, a BBC News e a Reuters, disseram estar \u201cdesesperadamente preocupadas\u201d com os jornalistas em Gaza ap\u00f3s alertas de fome generalizada.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201c[Nossos jornalistas] est\u00e3o cada vez mais incapazes de alimentar a si mesmo e suas fam\u00edlias\u201d, disseram os meios de comunica\u00e7\u00e3o em rara declara\u00e7\u00e3o conjunta.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A Sociedade de Jornalistas da AFP destacou que, desde que a ag\u00eancia foi fundada, em 1994, perdeu\u00a0jornalistas em conflitos.\u00a0&#8220;Alguns ficaram feridos,\u00a0outros foram feitos prisioneiros. Mas nenhum de n\u00f3s se lembra de ter visto colegas morrerem de fome\u201d.<\/p>\n<p>O governo de Israel tem, repetidamente, negado que haja fome na Faixa de Gaza e alega que a Funda\u00e7\u00e3o Humanit\u00e1ria\u00a0tem distribu\u00eddo alimentos \u00e0\u00a0popula\u00e7\u00e3o. A informa\u00e7\u00e3o de Tel Aviv contraria diversas evid\u00eancias que mostram o contr\u00e1rio, como as imagens de homens, mulheres e crian\u00e7as fam\u00e9licas e os relatos e relat\u00f3rios de organiza\u00e7\u00f5es que ainda atuam no enclave palestino, incluindo representantes das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A For\u00e7a de Defesa de Israel (FDI) assassinou, em menos de dois anos, mais jornalistas e profissionais de m\u00eddia do que qualquer guerra da hist\u00f3ria mundial. 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